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minhavidasemti:

Coisas ruins realmente acontecem, só não deixe que elas virem rotina. (iamjt)

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Coisas ruins realmente acontecem, só não deixe que elas virem rotina. (iamjt)

Não existe essa coisa de “sorte”. Existe você ir e correr atrás do que quer.
Dr. House  (via verborragias)
Um pouco triste reconhecer: não tenho mais me surpreendido com nada.
 Gabito Nunes.  (via re-can-to)
Estado Civil: Precisando urgentemente de alguém que precise urgentemente de mim.
Tati Bernardi  (via verborragias)
Ele não vai te ligar e pedir desculpas, talvez não fale com você nem por internet. Não vai se arrepender de nada do que fez, e nem reconhecer que errou. Não vai perceber que está te perdendo aos poucos, ou que já perdeu. Não vai pedir pra que tudo volte a ser como era antes, ele está feliz assim. Não vai dizer para os amigos que sente a sua falta ou algo do tipo, e nem lembrar de você ao ouvir uma música. Ele não vai passar noites acordado pensando no quanto poderia ter dado certo, nem vai ficar imaginando planos que um dia poderiam se realizar. Não vai sentir ciúmes ao ver você conversando com outro menino, e com toda certeza do mundo, não vai passar horas no seu perfil só pra saber como foi seu dia, ou se você se interessou por alguém. Ele não vai perceber que fez a maior burrada de sua vida, nem vai se lamentar por ter perdido a pessoa que o fazia sorrir. Ele não vai compartilhar fotos de casais no facebook, e nem escrever coisas tristes no twitter. Ele não vai chorar, nem sofrer e muito menos morrer de amor. Não vai dar justificativas do por quê de tudo ter acabado, e nem vai querer saber o que você pensa sobre, e nem como você reagiu a tudo isso. Ele não vai sorrir ao te encontrar na rua, e se te ver, não vai ficar pensando o dia inteiro em como seu cabelo estava lindo, ou em como o seu sorriso é estonteante. Ele não vai correr atrás de ninguém, e provavelmente logo estará com a menina mais fácil que encontrou por aí. Ele não vai te amar, isso, se chegou a amar um dia.
Marília Lopes. (via incertacerteza)
Quando chega o instante em que você imagina que sua vida é pequena demais, insignificante demais e que você passa pelos outros apenas de raspão, ou como uma brisa bem suave que mal dá para sentir o toque. Você olha para um lado, olha para o outro e enxerga pessoas indo e vindo e nenhuma permanecendo. Até te procuram, mas para pedir ajuda ou favor, para contar algo, para perguntar qualquer coisa, para bisbilhotar. Mas com o intuito de apenas te dar um abraço simplesmente porque sentiu essa vontade? Ou para saber como está levando os dias? Não, para isso nunca.
Falta envolvimento, falta comprometimento, e sobra indiferença. As pessoas acham que abraçar é apenas envolver com os braços mas desconhecem que o ato em si é abrangente. Significa envolver-se também, significa deixar os corações se aproximarem no encontro dos peitos, significa que o ombro pode servir de apoio. Faltam abraços. Faltam colos. E você novamente olha para os lados e encontra pessoas, mas não acha nem abraços, nem colos e nem ombros.
Os gestos vão diminuindo, as bocas vão se calando e as lágrimas vão transbordando dos olhos. Tudo passa a ser sem sentido. Tudo passa a não ter mais valor. A insignificância dos gestos toma conta das pessoas e esses sinais tornam-se pesados demais para se sustentarem por si mesmos.
Leca (via casinoboulevard)

Não precisa ficar colocando defeito, já tenho o suficiente.

Não precisa ficar colocando defeito, já tenho o suficiente.